sexta-feira, 10 de julho de 2009

(*) PENSAMENTOS

HISTÓRIA - Meio pelo qual ficamos sabendo de tudo o que passou. O registro de todos os feitos da Humanidade. Até sua passagem pelo Planeta, por mais humilde que seja, está fazendo parte da história. Fantástico!

INTELECTUAL - Aquele que tem uma opinião formada sobre tudo. Conhecedor profundo dos acontecimentos e seus desdobramentos. Em especial, é intelectual, o homem que consegue aprender a viver com a própria vida. Os almanaques, livros, revistas, jornais e outros lhes trazem o conhecimento superficial, mas, o humano, aprende-se vivendo uns com os outros: nos erros e nos acertos.

SÁBIO - O que tem lições de vida para dar. Esse, sim, deve ser um conhecedor da alma humana. Em geral o sábio ouve mais do que fala. Terá ocasiões que os gestos indicam um caminho, uma solução, uma saída. Impressionante!

CÉREBRO - Armazém que guarda todos os instantes de uma existência. A visão, o olfato e a audição vão se acumulando no Cérebro que, à medida que se precisa, buscando, ele fornece o que procura, pois estão lá os maus e bons momentos; a educação; os nomes de todos as coisas que se chegue a conhecer; os números estudados; suas aflições e traumas; momentos de alegria e felicidade; cenas; cenários; figuras e bichos. Tudo se armazena ali para o seu uso.

CORPO - Simples invólucro da alma.

LEI - Um código escrito, aprovado e publico para que todos obedeçam. A lei também pode ser adquirida pelos costumes. Eu sabendo que a sua propriedade é sua, não tenho o direito de tirá-la de você. Aliás, a obediência pela ordem social deveria ser totalmente focada nos costumes. Existem milhares de Leis, nem sempre obedecidas, ou aplicadas, justamente porque entram muitas em conflito com outras.

FAMÍLIA - Dá para se imaginar como viviam os primitivos povos? Não havia a família. Todos se misturavam. Com o passar das eras, chegou-se ao que é hoje: um núcleo. Isto é, a família. E, tenhamos certeza absoluta, a humanidade parte para acabar com a família, o núcleo. Será cada um por si.

INVENÇÃO - Graças a inteligência do homem, as invenções, desde a descoberta do fogo até a conquista do espaço, com foguetes e satélites, que uma certeza me fascina: um dia não haverá mais nada para descobrir, nem mesmo o outro lado depois da morte.

LIBERDADE - Um bem precioso que possuímos. Nada é mais importante do que liberdade.

SAÚDE - Sem ela, morremos. Incrível que não nos demos conta de que devemos cuidar da saúde.

TRÃNSITO - Um emaranhado de transeuntes, veículos e animais buscando alguma coisa em algum lugar. Bom é cada um ter consciência de que está no trânsito com milhões de outros seres. Precisa, não somente cuidar da sua vida, mas da vida dos outros.


quinta-feira, 9 de julho de 2009

PENSAMENT0S















(*)

TEMPO - Diz-se que o tempo passa. O tempo não passa, quem passa somos nós.

ALMA - Falam que a alma sai do corpo e vai ou para o céu ou para o inferno. A alma é que é vida. Não morre nunca, a alma. Quanto ao céu e o inferno são invenções das religiões para pressionarem seus adéptos.

RELIGIÃO - Pregam que a religião é um caminho para se conseguir a salvação. Salvação de que? Para que? A religião (ou as religiões) existe para existir oredem na sociedade. Aliás até as religiões estão provocando desordem na sociedade.

SALVAÇÃO - Isso é coisa que não existe. O que há é que você pratique o bem e haverá uma aura ao seu redor que chamará a atenção de todos. Você será recompensado por ser uma boa pessoa. O que deverá acontecer o contrário na hipótese de praticar coisas ruins, sua aura será negativa e todos lhe repelirão e o castigarão.

AURA - Proporcionada pela população. Como disse, praticando o bem, aura positiva; praticando o mal, aura negativa.

ECONOMIA - Termo inventado pelos capitalistas para controlar toda a riqueza possível no mundo todo. Não existe a economia as riquezas não pertenceriam a ninguém, mas a todos.

CAPITALISMO - Os trabalhadores trabalham e dão lucro aos que se consideram donos da riqueza.

CRISE - Aqui, no caso, crise econômica. Algo noscivo que deprime todos os cidadãos. Criada pelos que controlam o sistema econômico com a finalidade de obterem mais lucros, se ajustarem aos novos tempos e seguirem em frente, pois não são cíclicas as crises?

AMOR - Existe sim. É algo que não vemos, mas sentimos. E issso é salutar ou vital para a existência humana.

PAZ - No começo da cibilização, os homens não conheciam a guerra. Sua invenção se deu para que se justificassem as conquistas, os assaltos e rapinagem. O que roubava, queria matar; o que era roubado, se defendia. E a guerra tornou-se um "negócio" e bem lucrativo. Por isso a paz que, realmente, era o que existia foi usurpada e colocada em segundo plano. Assim: vamos fazer a guerra para termos a paz.

GUERRA - Significa morte, destruição, mal, crueldade, injustiça, terror, desumanidade, banditismo, tirania, e custa caro. A paz, porque é grátis, os poderosos não querem.

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(*) Pensamentos continuarão num outro dia.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

POR QUE DEFENDO SARNEY?

Todos têm direito à defesa. Uma pessoa que participe como jurado no Tribunal Popular do Júri tem a prerrogativa de, se vier a ser preso, ficar em cela especial. E por aí segue o desfile de alternativas em favor desses ou daquele empolado, circunstâncias que aliviam esta ou aquela autoridade.

Por que Sarney não pode ter os privilégios conferidos a tantos? Uma vez presidente da República; rompeu com a ditadura; três vezes Senador; Governador do Maranhão; além de outros cargos importantes na política, como várias vezes presidente do Senado e, ainda, um acadêmico, membro da Academia Brasileira de Letras, com inúmeras obras publicadas.

Mais de 50 anos dedicados à política. Será que não realizou algo em favor do povo? Com quase 80 anos de vida, já não tem o direito de errar, mesmo que esse erro seja uma vontade de ajudar um amigo?

Ora, atacam Sarney porque muitos da sua família, criados e vividos dentro da política, exercem cargos de destaque nessa mesma política. Como isso pode ser? Então, um brasileiro eleitor, livre e com seus direitos políticos em dia, exercendo um cargo eletivo condena toda a sua família para só trabalhar na rede privada?

Por outro lado, não desejando colocar todos na vala comum, quem é mais honesto do que Sarney dentro do Congresso? Há aqueles que se dizem não terem feito nada, somente recebido uns trocados para doar passagens às namoradas, parentes e amigos e que, mesmo assim, devolveram as quantias correspondentes. Qual a diferença de se devolver o que se recebeu indevidamente e se ter um parente exercendo um cargo na rede pública, constatando-se que tal parente tem competência para tanto? Uma infração viola a lei, outra não? As duas não são infrações? Uma requer castigo, outra não? As duas não estão sujeitas à reprimenda enérgica da sociedade? Por que somente o que atribui a Sarney merece conceito de antijuridicidade?

Um parente trabalhando com desenvoltura num cargo público é legal, e até demonstração de que se é honesto: preteriu-se o outro para amparar o seu, ou vice-versa: preteriu o seu para beneficiar o outro. Enquanto que pegar verbas de maneira ardilosa ou sorrateiramente e depois desculpar-se de que não sabia da sua ilegalidade, pelo menos para mim, é muito mais feio e infringente.

O que me espanta é que ninguém pode atirar pedra em Sarney. Mas a imprensa atira a torto e a direito, às vezes fazendo o jogo de muitos. A imprensa tem execrado alguns políticos que, anos mais tarde, apura-se a sua inocência. O que não é o caso dos senadores: não estou afirmando que todos têm culpa no Cartório.

O que existe, então? É um sistema antigo que funciona anacronicamente. Lembro-me do senador Agenor Maria – o homem do algodão -, do meu estado, que foi eleito Senador nos idos dos anos 70 e, num discurso na feira debaixo de sol inclemente bradou que para entrar no céu era preciso morrer. O Senado Federal é um céu e nem havia morrido para chegar lá. Quer dizer, os senhores Senadores têm, desde a manicure até as viagens de avião semanais para qualquer lugar; desde o cafezinho até a publicação luxuosa de livros que ninguém lê; desde o telefone, passando pelo celular, internet, automóvel com chofer, apartamento residencial, até às verbas indenizatórias; desde o tratamento dentário, mais o direito a tratamento médico de qualidade de primeiro mundo (e é para toda a família), até o sagrado direito de ter vários assessores; desde seus ganhos pecuniários depositados em sua conta, até as ajudas extras de empréstimos e similares. Tudo isso sem a verificação do assédio dos empresários que buscam benefícios fiscais, políticos e financeiros em suas atividades enriquecedoras e peculiares.

Daí a razão de tanta crítica e, porque Sarney exerce a presidência, e ser, ao mesmo tempo, líder, político calejado e amigo e apoiador de Lula (este com quase 90% de aprovação popular) o Senado vem sendo detonado a toda hora para, assim, empanar a biografia de Sarney; desmoralizar o Congresso e que as mazelas respinguem em Luis Inácio da Silva que, não se praticando atos exageradamente cruéis, como no passado, deverá eleger seu sucessor, isto é, sua sucessora: Dilma Ruseff.

Defendo José Sarney por sua vida embasada num ideal democrático! Por ter passado por tantos obstáculos! Por causar inveja a muitos metidos a puros e éticos! Por ter palavra empenhada e resgatada com dignidade! Por não concordar com esse achincalhe barato de um punhado de prosélitos da denúncia, mesmo que essa denúncia não venha com a marca da ética tão reivindicada.


William Lopes Guerra
Apodi – RN, 7 de julho de 2009.

terça-feira, 23 de junho de 2009

SÃO JOÃO (*)


Festas juninas ou Festas dos santos populares (Lituano - Joninės) são celebrações que acontecem em vários países historicamente relacionadas com a festa pagã do solstício de verão, que era celebrada no dia 24 de junho, segundo o calendário juliano (pré-gregoriano) e cristianizada na Idade Média como "festa de São João". Essas celebrações são particularmente importantes no Norte da Europa - Dinamarca, Estónia, Finlândia, Letônia, Lituânia, Noruega e Suécia -, mas são encontrados também na Irlanda, partes da Grã-Bretanha (especialmente Cornualha), França, Itália, Malta, Portugal, Espanha, Ucrânia, outras partes da Europa, e em outros países como Canadá, Estados Unidos, Porto Rico, Brasil e Austrália.
História da Festa Junina e tradições Origem da festa junina, história, tradições, festejos, comidas típicas, quermesses, dança da quadrilha, influência francesa, portuguesa, espanhola e chinesa, as festas no Nordeste, dia de Santo Antônio, São João e São Pedro, as simpatias de casamento e crendices populares, músicas típicas da época, os balões

Origem da Festa Junina Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que está festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.
De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período
colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).
Nesta época, havia uma grande influência de elementos culturais portugueses, chineses, espanhóis e franceses. Da
França veio a dança marcada, característica típica das danças nobres e que, no Brasil, influenciou muito as típicas quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício veio da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora para a fabricação de fogos. Da península Ibérica teria vindo a dança de fitas, muito comum em Portugal e na Espanha.
Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (
indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.
Festas Juninas no Nordeste Embora sejam comemoradas nos quatro cantos do Brasil, na região
Nordeste as festas ganham uma grande expressão. O mês de junho é o momento de se fazer homenagens aos três santos católicos: São João, São Pedro e Santo Antônio. Como é uma região onde a seca é um problema grave, os nordestinos aproveitam as festividades para agradecer as chuvas raras na região, que servem para manter a agricultura.
Além de alegrar o povo da região, as festas representam um importante momento econômico, pois muitos turistas visitam cidades nordestinas para acompanhar os festejos. Hotéis, comércios e clubes aumentam os lucros e geram empregos nestas cidades. Embora a maioria dos visitantes seja de brasileiros, é cada vez mais comum encontrarmos turistas europeus, asiáticos e norte-americanos que chegam ao Brasil para acompanhar de perto estas festas.
Comidas típicas Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, cural, milho cozido, canjica, cuzcuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos. Além das receitas com milho, também fazem parte do cardápio desta época: arroz doce, bolo de amendoim, bolo de pinhão, bombocado, broa de fubá, cocada, pé-de-moleque, quentão, vinho quente, batata doce e muito mais.
Tradições As tradições fazem parte das comemorações. O mês de junho é marcado pelas fogueiras, que servem como centro para a famosa dança de quadrilhas. Os balões também compõem este cenário, embora cada vez mais raros em função das leis que proíbem esta prática, em função dos riscos de incêndio que representam.
No Nordeste, ainda é muito comum a formação dos grupos festeiros. Estes grupos ficam andando e cantando pelas ruas das cidades. Vão passando pelas casas, onde os moradores deixam nas janelas e portas uma grande quantidade de comidas e bebidas para serem degustadas pelos festeiros.
Já na região Sudeste são tradicionais a realização de quermesses. Estas festas populares são realizadas por igrejas, colégios, sindicatos e empresas. Possuem barraquinhas com comidas típicas e jogos para animar os visitantes. A dança da quadrilha, geralmente ocorre durante toda a quermesse.
Como Santo Antônio é considerado o santo casamenteiro, são comuns as simpatias para mulheres solteiras que querem se casar. No dia 13 de junho, as igrejas católicas distribuem o “pãozinho de Santo Antônio”. Diz a tradição que o pão bento deve ser colocado junto aos outros mantimentos da casa, para que nunca ocorra a falta. As mulheres que querem se casar, diz a tradição, devem comer deste pão.
(*) - Pesqisado na Wikipédia - Suapesquisa.com

segunda-feira, 22 de junho de 2009

PARA O SEU CONHECIMENTO

Um dos poetas mais lidos, da língua portuguesa. Fernando Pessoa é simplesmente especial. Leiam e reflitam esta poesia que tão bem retrata o dia a dia de cada um de nós. Eu, pelo menos, não conheço ninguém que diga que deve, que já foi na Delegacia de Polícia, que tem algum vício, que é ridículo o dia todo e às vezes é vil... e por aí segue cada um sendo retratado pelo grande Fernando pesso neste:
Poema em Linha Reta

Nunca conheci quem tivesse levado porrada. Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil, Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita, Indesculpavelmente sujo. Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho, Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo, Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas, Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante, Que tenho sofrido enxovalhos e calado, Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda; Eu, que tenho sido cômico às criadas de hotel, Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes, Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar, Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado Para fora da possibilidade do soco; Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas, Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo.
Toda a gente que eu conheço e que fala comigo Nunca teve um ato ridículo, nunca sofreu enxovalho, Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia; Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia! Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam. Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil? Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses! Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e errôneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado, Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca! E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído, Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear? Eu, que venho sido vil, literalmente vil, Vil no sentido mesquinho e infame da vileza.

HEGEL e a PAZ

NAS MINHAS OBRAS, nos meus ecritos, nas minhas palestras e diálogos sempre defendo a Paz. Paz como fonte inspiradora para o perdão, a convivência harmoniosa e o desenvolvimento dos povos. Sem paz não há salvação da vida como trunfo para vencer, conquistar e avançar nos mundos da ciêrncia, da tecnologia e do ensino.

NÃO DEIXO, em momento algum de dizer, quando oportuno, que a Paz é o centro da sociedade orgaizada; é o núcleo da família que prospera e é tudo para o homem que deseja realizar grandes obras. A Paz pregou Jesus, Gandhi, Confúcio (o pessimista), Maomé, Buda, e por aí segue o rosário feito de figuras proeminetes que se destacaram e fizeram bem à Humanidade.

DO OUTRO LADO estão os violentos: Lampião, Alexandre (o Grande, que não tinha nada de grande), os Papas da Idade Média, Mao Tse-Tung, Hitler, Saulo (depois virou Paulo) e assim continua a lista dos que nada contribuíram para a tranquilidade dos povos.

ENTRETANTO, que pese os nomes acima contra a Paz, em detrimento do pedido dos que desejavam viver em paz, um tal de Hegel, nem vou escrever seu nome completo, nem qual o período da história que ele viveu, mas que disse uma coisa que me fez riscar o seu nome da relação dos filóisofos que estudo, disse Hegel mais ou menos isso: a paz perpétua provocaria uma estagnação e inércia, parecido com a água estagnada que, parada, apodrece.

AO CONTRÁRIO, meu caro Hegel, formulador da guerra e seu mais astuto apologista da matança, da destruição, da vingança e da vergonha. Aquele Hegel que se firmou como grande pensador dizia que a guerra assegurava a saúde moral dos povos. Parece-nos que esse filósofo alimentou muitos celerados e criminosos contra a humanidade. No século 19 dezenas de conflitos destruíram milhares de vidas inocentes, em nome da paz, à época que esse Alemão da guerra habitava. AO CONTRÁRIO, a água apodrece com os dejetos jogados sobre ela; a paz se degenera com a ambição de poder, riqueza e mando de aproveitadores tresloucados.

SOU INCONDICIONAL DEFENSOR DA PAZ, mas pela paz, pelo diálogo, pela concessão em acordos, jamais através da beligerância, da troca de tiros, bombas, mortes, destruição. Hegel, amigo de Marx, até que deu uma contribuição na parte social dos cidadãos, mas entendia que a Paz só seria possível com a guerra. Isso eu não aceito, esse absurdo eu abomino.




FLAVIANO E CHICHICO PREPARAM VAIA PARA A DEPUTADA SANDRA ROSADO.


Nessa noite de 19 de junho, ontem, sexta-feira, portanto, a governadora Vilma de Faria veio a Apodi. Anunciou as obras, objeto de matéria abaixo desta, que certamente realizará em nosso município.
Com ela vieram deputados estaduais; Mineiro e Woben Júnior e Larissa; o Reitor da UESRN, Milton Marques; além do vice-governador, Iberê Ferreira de Souza. Mais assessores e ajudantes necessários às suas viagens de trabalho pelo Estado afora.
Na Casa de Cultura Popular, com a presença da prefeita Gorete e do vice Vandinho, o auditório repleto de populares, lideranças e representantes de entidades também se faziam presentes, todos. Naquela ocasião usaram da palavra, cvada um dizendo a que veio e o que pretendia fazer pela nossa Apodi.
Um episódio chamou a atenção dos que ali se encontravam. Na hora em que usou da palavra a deputada Sandra Rosado, ao pronunciar a palavra UFERSA, uma vaia se ouviu pelo meio da multidão. Poucos entenderam aqueles apupos dirigidos à deputada do PMDB que tanto tem feito pelo Apodi.
Mas, segundo os observadores locais, tudo teria partido de Chichico e Flaviano, pois eles elaboraram, dias atrás, uma passeata onde todos trajavam roupas pretas simbolizando o enterro das pretensões do Apodi conquistar, para o nosso município, o Campus daquela instituição de ensino superior, já que fora batido o martelo, em Brasília, pelo Ministro da Educação em favor da vizinha cidade de Caraúbas.
Com isso, creditaram como fracasso a não vitória de Apodi ao pleito, pelas torcidas que deram Sandra e outras cabeças estaduais, quando lançaram cartaz com o retrato da deputada e dos outros considerados “traidores”.
A vaia, orquestrada pelas duas cabeças da passeata, deixou a governadora constrangida e causou um grande mal estar no recinto. Dessa maneira, Sandra saiu chateada levando consigo a mágoa que deverá recair naqueles que elaboraram ato desagradável numa demonstração de falta de educação e desprezo para coma deputada Sandra Rosado.


VILMA PROPÕE PARCERIA COM GORETE

Na noite do dia 19, pretérito, no auditório da Casa de Cultura, a governadora, na presença de várias autoridades: deputados estaduais Mineiro e Woben Jr, do vice-governador Iberê Ferreira de Souza, do Reitor da UERN, Milton Marques, vice prefeito Vandinho, prefeitos de outras cidades, vereadores e representantes de entidades, lideranças e locais e povo em geral, a governadora Vilma de Faria propôs parceria de trabalho com a prefeita Gorete.
Construção de um entreposto do mel; projeto piloto de irrigação de 200 hectares; finalização do saneamento; urbanização do terminal turístico da barragem de Santa Cruz, bem como o asfaltamento da estrada de acesso àquela maravilha; dotação no orçamento de 3 milhões para construção do campus Avançado da UERN, dentre outras realizações.
Gorete se comprometeu em doar o terreno, que deverá ser escolhido pela população, sua localização e tamanho, enquanto o Estado, que já possui um projeto pronto, deverá construir e botar imediatamente em funcionamento.
A parceria deu um chega para lá no candidato a prefeito Flaviano, que havia prometido dezenas de obras para o Apodi, via governadora, não foi possível, agora Vilma empreenderá suas obras em Apodi com a prefeita Gorete.
Os opositores de Gorete ficaram decepcionados, pois pretendiam isolar a prefeita nas realizações de Vilma em nosso município, tentando ganhar terreno político com isso, o que não será mais possível. A proposta da governadora Vilma foi de pronto aceita pela prefeita Gorete e as duas marcharão unidas, com o apoio dos deputados, senadores e demais líderes, na busca de soluções para os problemas de Apodi e região.
Gorete já vem fazendo muito pelo Apodi, nem precisamos listar o que ela já realizou nesses 6 meses, mas quebraram a cara aqueles que pensavam que ela não mostraria o seu trabalho à frente da prefeitura, não só mostrou sou competência como já conquistou a governadora para realizarem um trabalho em parceria em favor do nosso município.
Foi bem proveitosa a vinda da governadora ao Apodi, aproveitando da ocasião para anunciar a todos pelo rádio e a imprensa em geral que trabalhará conjuntamente com Gorete nas obras estaduais em Apodi.